Alergias e Intolerâncias Alimentares: O que seu DNA diz sobre isso?

Já sentiu inchaço, coceira, fadiga ou desconforto depois de comer, mas nunca soube exatamente qual alimento foi o responsável? Para algumas pessoas, pode ser o glúten ou os laticínios; para outras, frutas, fermentados, amendoim ou até mesmo café. Quando os sintomas variam e parecem surgir sem um padrão claro, a genética pode ser a chave para entender o que está acontecendo no seu corpo.

Muitas alergias e intolerâncias alimentares passam despercebidas porque os sintomas podem ser sutis ou aparecer horas depois da refeição. Mas a genética pode revelar muito sobre como seu corpo reage a certos alimentos!

A análise do DNA permite identificar sensibilidades ocultas e predisposições genéticas que afetam a digestão, a absorção de nutrientes e até a resposta inflamatória do organismo. Veja alguns genes envolvidos em diferentes tipos de intolerâncias e alergias alimentares:

  • Glúten (Doença Celíaca e Sensibilidade ao Glúten) → HLA-DQ2 e HLA-DQ8
    Esses genes estão associados ao risco de desenvolver doença celíaca e reações adversas ao glúten, mesmo sem sintomas digestivos evidentes.
  • Laticínios (Intolerância à Lactose e Alergia à Caseína) → LCT e MCM6
    O gene LCT regula a produção da lactase, enzima responsável por digerir a lactose. Já o MCM6 influencia a persistência ou redução dessa enzima ao longo da vida. Além disso, reações à caseína podem estar ligadas a genes do sistema imune, como HLA e TNF-α.
  • Histamina (Reações a Fermentados como Vinho, Cerveja e Queijos) → AOC1 (DAO) e HNMT
    Se você tem enxaqueca, urticária ou desconforto após consumir alimentos ricos em histamina, pode ter variantes nesses genes, que regulam a degradação da substância no corpo.
  • Alergias Alimentares Graves (Amendoim, Nozes, Ovo, Frutos do Mar) → HLA, IL4, IL13 e FCER1A
    Esses genes estão associados a uma maior produção de imunoglobulina E (IgE), aumentando o risco de reações alérgicas severas.
  • Sensibilidade a FODMAPs (Frutas, Legumes e Oleaginosas) → SLC22A5 e FUT2
    Variantes nesses genes podem prejudicar a digestão e absorção de carboidratos fermentáveis, causando desconforto intestinal, inchaço e alterações na microbiota.
  • Lectinas (Amendoim, Feijão, Grãos e Algumas Oleaginosas) → CLEC7A e NOD2
    Algumas pessoas possuem variantes nesses genes que podem tornar o organismo mais sensível às lectinas, proteínas encontradas em grãos, feijões, amendoim e outras sementes. Isso pode levar a inflamação intestinal, aumento da permeabilidade intestinal e reações imunes exacerbadas.
  • Cafeína (Metabolismo Lento e Sensibilidade Cardiovascular) → CYP1A2 e ADORA2A
    O gene CYP1A2 regula a velocidade com que o fígado metaboliza a cafeína. Pessoas com variantes que tornam essa enzima menos ativa metabolizam a cafeína lentamente, o que pode levar a sintomas como ansiedade, insônia e aumento da pressão arterial. Já o gene ADORA2A está associado à sensibilidade ao efeito estimulante da cafeína no sistema nervoso.
  • Solanáceas (Tomate, Berinjela, Pimentão, Batata) → NOD2 e HLA
    Algumas variantes nesses genes podem tornar algumas pessoas mais sensíveis às glicoalcaloides presentes nas solanáceas, podendo desencadear inflamação, dores articulares e reações imunes em indivíduos predispostos.

As consequências podem ser graves:

A exposição contínua a alimentos mal tolerados pode desencadear inflamação crônica, desregular o sistema imunológico e aumentar o risco de desenvolver doenças autoimunes, como Tireoidite de Hashimoto e Diabetes tipo 1. Além disso, a inflamação persistente e o estresse oxidativo causados por essas reações podem contribuir para o desenvolvimento de câncer em longo prazo.

Quer entender melhor suas predisposições e fazer escolhas mais seguras para sua saúde?

Sua qualidade de vida começa com um teste de DNA. A partir dele, o DNA Relevante aprofunda as análises do seu genoma, identificando predisposições genéticas antes mesmo de os sinais aparecerem e descobrindo o caminho ideal para cuidar da sua saúde.

O DNA Relevante é a única empresa que realiza uma análise completa do genoma total, destacando as principais predisposições genéticas de cada indivíduo de forma integrada, aprofundada, precisa e eficaz, oferecendo orientações personalizadas com base no conjunto dessas predisposições.

Pense nessa possibilidade e como ela pode transformar sua abordagem em relação à sua saúde.

Mais informações, inicie um contato pelo WhatsApp (11) 95578-4040.

Sou Profissional de Saúde

Quero me aprofundar no teste genético dos meus pacientes.

Tenho interesse em ser Paciente

Quero saber o que a genética pode fazer por mim.

Conhecimento técnico genético

Quero me aprofundar no conhecimento técnico do DNA.